Voltando a Exciting Comics 15, que marcou a estreia de
Liberator, temos esta história de Black Terror que não poderíamos deixar
passar.
Excelente roteiro nesta história.segunda-feira, 27 de abril de 2015
sábado, 18 de abril de 2015
POSTAGEM 44: A SINA DO ZUMBI (FORBIDDEN WORLDS 8)
Mais uma incrível história de terror de Forbidden Worlds
número 8.
Desta vez temos um inusitado conto de romance envolvendo um
zumbi. Ou seria uma inusitada história de horror envolvendo uma mulher
apaixonada?
De qualquer forma, fica claro que os zumbis também podem
amar.
Notem que nessa época ainda era marcante a diferença entre
zumbi, ser amaldiçoado condenado a viver eternamente em estado cadavérico, e o
morto-vivo, que é o cadáver revivido sem vontade própria.
sábado, 11 de abril de 2015
POSTAGEM 43: LIBERATOR (EXCITING COMICS 15)
O carro-chefe da revista Exciting Comics era o personagem
Black Terror, como era evidente nas capas da publicação.
Porém, muitos personagens foram lançados nesta revista, e
após a aceitação do público, quando houvesse, permaneciam marcando presença. Foi o que ocorreu com Miss Masque, já mostrada neste mesmo blog.
É o caso também de Liberator, mais um herói no estilo “Star and
Stripes”, cujo uniforme remete à bandeira americana.
Sua estreia ocorreu em Exciting Comics 15, de dezembro de
1941, e o sucesso foi instantâneo, levando-o até o número 35 da mesma revista,
em outubro de 1944, sua última aparição na Era de Ouro.
Posteriormente, Alan Moore utilizaria Liberator nas
histórias de Tom Strong. O mesmo ocorreria com o Projeto Superpowers, da
Dynamite.
Vamos ficar então com a estreia de Liberator.
Posteriormente, voltaremos à Exciting Comics 15 para a história do Black
Terror.
sábado, 4 de abril de 2015
POSTAGEM 42: AS PRESAS DO DEMÔNIO (FORBIDDEN WORLDS 8)
A ideia deste blog é apresentar todo o tipo de histórias que
estavam nas bancas de revistas da Era de Ouro.
Sendo assim, não há como deixar de postar histórias de todos
os gêneros possíveis, pois esta era a realidade da época. Para se ter uma
ideia, as revistas mais vendidas eram do estilo crime e investigação, como já salientamos
anteriormente neste mesmo blog.
Curiosamente, eu não havia postado ainda nenhuma história de
horror, apesar de ser um fã ardoroso deste tipo de história.
Na verdade, tive que me controlar para não colocar umas
vinte histórias deste gênero aqui, pois uma é mais legal que a outra.
Vou começar com algumas histórias da revista Forbidden
Worlds 8, de agosto de 1952, pela ACG, American Comics Group.
domingo, 29 de março de 2015
POSTAGEM 41: WONDERMAN (WONDER COMICS 1)
Mais um personagem fantástico: Wonderman.
Apesar de ter aparecido em apenas uma revista em toda a
história dos quadrinhos, publicada em Maio de 1939, o herói ganhou destaque por
ter sido um dos primeiros a ser o protagonista de batalhas judiciais fora das
páginas dos quadrinhos, entre editoras rivais.
O fato é que a DC Comics acusou a Fox Features de plágio,
alegando que Wonderman era uma cópia descarada de Superman, criado em Abril de 1938.
Coincidentemente, a Fox e a DC ocupavam escritórios
localizados no mesmo prédio, na época.
No processo, ficou provado que Victor Fox, dono da Fox
Features, contratou o escritório de Will Eisner para criar uma cópia deliberada
do Superman. A DC ganhou o caso e Wonderman nunca mais foi publicado.
Anos depois, Eisner confessou que foi contratado para criar
uma cópia do Superman. Porém, arquivos recém-descobertos do caso contam outra
história: Eisner teria batido o pé, dizendo que criou Wonderman anos antes do
Superman, e que tinha se inspirado no Fantasma de Lee Falk.
De qualquer maneira, a revista Wonder Comics mudou de nome
para Wonderworld Comics a partir do número 3, onde Eisner introduziria outra de
suas criações, The Flame, que será abordado em futuros posts.
Particularmente, notei que esta história foi escrita em dois
momentos. Fica claro que inicialmente a intenção de Eisner era criar algo bem
parecido com o Fantasma, mas, depois de talvez receber o famoso pedido de Fox,
alterou a história inserindo elementos do Superman.
Durante a história, Eisner parece se confundir com os nomes
dos personagens principais. Isso mesmo, Brenda Hastings muda de nome no meio da
história para Nora. O mesmo acontece com a grafia do nome do vilão e de Fred
Carson.
Isso para mim evidencia que a história foi escrita com
longos intervalos, ou até mesmo alterada às pressas. De que outra forma
explicar que o autor, no caso Eisner, trocaria os nomes dos personagens
principais?
Para tornar a leitura menos confusa, mantive os nomes como
aparecem pela primeira vez na história.
Boa leitura!
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