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sábado, 10 de outubro de 2015

POSTAGEM 66: SUN GIRL (SUN GIRL 01)

Já mostrei anteriormente neste blog a primeira história de Moon Girl, a personagem da EC que ficou no limbo após a DC adquirir os direitos da editora.

Pois bem, em mais uma ironia do destino, a mais marcante personagem da Timely que ficou no limbo, quando a editora mudou para Marvel, recebeu o nome do nosso outro astro celeste fundamental: Sun Girl.
Ao contrário de Blonde Phantom, utilizada em algumas histórias da Mulher Hulk, Sun Girl realmente jamais foi utilizada nas histórias modernas da Marvel, assumindo assim um status “Cult” entre os fãs.
Porém, assim como com Blonde Phantom, a personagem fazia parte de uma tentativa da Timely de atrair o público feminino para suas publicações, já que a guerra havia acabado há alguns anos e o apelo dos super-heróis diminuía cada vez mais.
A história a seguir foi retirada de Sun Girl 1, de agosto de 1948.
A revista teve apenas três números, mas Sun Girl participou ativamente do Universo Timely, dividindo histórias, com Capitão América, Namor e, principalmente, o Tocha Humana, com quem teve inclusive um affair romântico. Isso mesmo, teve um flerte com o androide Tocha Humana, bem antes do relacionamento entre Visão e Feiticeira Escarlate. É a Era de Ouro sempre surpreendendo.
Boa leitura!
 









 

sábado, 9 de maio de 2015

POSTAGEM 47: BLONDE PHANTOM (ALL SELECT COMICS 11)


Já mostrei aqui no blog a personagem Moon Girl, que foi colocada no limbo após a DC adquirir a EC Comics.
Pode-se dizer que o mesmo ocorreu com Blonde Phantom. Quando a Timely virou Marvel, a personagem ficou esquecida durante muito tempo, vindo a ser relembrada na série da Mulher Hulk, entre os anos de 1989 e 1994, quando participou ativamente da vida da heroína verde, apresentando-se como uma combatente do crime aposentada.
Nesta série, Louise Grant, após casar e ter dois filhos, passa a atuar como conselheira de Jennifer Walters, alter ego da Mulher Hulk. Depois, sua filha Wanda assume o manto de Blonde Phantom.
A personagem voltou a aparecer, apenas como Louise Mason, seu nome de casada, em uma série do Homem Aranha publicada entre 2005 e 2001.
Porém, fora essas aparições esporádicas, não houve nenhuma atuação determinante dentro do Universo Marvel para esta personagem, que nos anos 40 dividia espaço nas mesmas revistas com Namor, Tocha Humana e Capitão América.
A história aqui apresentada é a estreia de Blonde Phantom, na revista All Select Comics 11, de 1946, que a partir do número 12 mudaria de nome para Blonde Phantom.
Nessa época, que coincide com o fim da segunda guerra mundial e consequente queda nas vendas de revistas de super-heróis, as editoras tentavam atingir novos públicos, dentre eles o feminino, com publicações como Blonde Phantom e outras, que serão futuramente abordadas.
 


















 

sexta-feira, 17 de outubro de 2014

POSTAGEM 22: NAMOR, THE SUB-MARINER (MARVEL COMICS 1)

Não tenho como intenção encher este blog com as figuras mais conhecidas dos quadrinhos, pois acho que um dos principais objetivos é apresentar a quem não conhece aqueles personagens que ficaram esquecidos na longínqua Era de Ouro.
Mas é importante também mostrar os primeiros passos de alguns personagens hoje consagrados, para que tenhamos um panorama de suas ideias originais e de como algumas se transformaram por completo, culminando com o que vemos hoje.
Por isso, decidi não deixar passar a primeira história de Namor, também presente na revista Marvel Comics 1, da Editora Timely, que viria a se tornar a Marvel.
Temos uma completa descrição de Namor no blog do meu amigo e xará Marcelo, que pode ser acessada por este link. Lá, comentamos um pouco sobre esta questão polêmica de Namor ter sido considerado durante um tempo como sendo o primeiro mutante da Marvel.
Nesta primeira história, escrita e desenhada por Bill Everett, em 1939, que durante muitas décadas seria o autor das histórias do príncipe submarino, vemos um clima semelhante ao do já clássico "Nas Profundezas", escrito por Peter Milligan. Aquela tensão pelo ser desconhecido das profundezas que pode atacar a qualquer minuto está presente, e com certeza foi fonte de inspiração para Milligan em sua obra.
Decidi também não traduzir a palavra sub-mariner para qualquer outra versão em português, por uma simples questão de espaço nos balões de diálogo. As palavras Homem Submarino ou Príncipe Submarino atrapalhariam o desenrolar perfeito do texto.
Lembrando que temos histórias muito legais do Namor na Era de Ouro. Recomendo, a todos que tiverem acesso, que leiam.
Boa leitura a todos!